Vem aí o pagamento de portagens em toda a extensaõ da A25. É já no dia 08 de Dezembro que os utentes da auto-estrada que liga Albergaria-a-Velha à fronteira em Vilar Formoso vão passar a pagar pela sua utilização. Uma medida que tem sido contestada pelo facto de não existir alternativa à via de ligação do litoral a Espanha. O troço entre Aveiro e Albergaria-a-Velha já é portajado desde Outubro de 2010.
Além da A25 (inserida na SCUT da Beira Litoral/Beira Alta), a introdução de portagens atinge também a A22, que integra a Concessão do Algarve, a A23 (que entre o nó com a A 1 e o nó Abrantes Este integra a Concessão da EP - Estradas de Portugal e no restante a Concessão da Beira Interior) e a A24, integrada na Concessão do Interior Norte.
O decreto-lei garante a criação de «um regime de discriminação positiva para as populações e para as empresas locais, em particular das regiões mais desfavorecidas, que beneficiam de um sistema misto de isenções e de descontos nas taxas de portagem».
A norma legal, publicada no Diário da República, estabelece que as pessoas singulares e as pessoas colectivas que tenham residência ou sede na área de influência destas autoestradas «ficam isentas do pagamento de taxas de portagem nas primeiras 10 transacções mensais que efectuem na respectiva autoestrada».
Após estas 10 passagens em pórticos, estes beneficiários têm «um desconto de 15% no valor da taxa de portagem aplicável em cada transacção».
O sistema de cobrança é «exclusivamente electrónico» e o não pagamento de portagens está sujeito a sanções.
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terça-feira, 29 de novembro de 2011
sexta-feira, 28 de outubro de 2011
Comissão de luta demorou três horas entre Viseu e Aveiro (EN16) e promove hoje marcha lenta na A25
Os buzinões e as marchas lentas contra a introdução de portagens vão voltar hoje às auto-estradas A23, A24 e A25, a partir de Viseu e da Régua.
Em declarações à agência LUSA, Francisco Almeida, que integra a comissão de luta contra as portagens na A23 (Guarda – Torres Novas), A24 (Chaves - Viseu) e A25 (Aveiro – Vila Formoso),o objectivo deste novo protesto é «convencer o Governo de que é um erro tremendo porque atinge populações que já lutam contra a interioridade mas também porque é um golpe na economia destas regiões e do país».
A comissão pretende «conseguir hoje uma grande afirmação de luta contra a barbaridade que é a introdução de portagens nestas vias rodoviárias», sinalizou Francisco Almeida.
Nas últimas semanas a comissão de luta contra as portagens nas três actuais SCUT realizou diversas iniciativas, nomeadamente a recolha de assinaturas para serem enviadas ao primeiro ministro e ainda uma viagem entre Viseu e Aveiro pela Estrada Nacional (EN) 16, com um camião pesado e um autocarro, para demonstrar que este itinerário «não pode ser visto como uma alternativa viável».
Esta viagem entre Viseu e Aveiro foi realizada em três horas e meia, quando pela auto-estrada o mesmo percurso pode ser feito em menos de uma hora, devido às centenas de curvas apertadas existentes e pontes estreitas. Além disso, a EN16 é hoje uma via que é, nas localidades que atravessa, a sua principal rua, como é exemplo São Pedro do Sul.
Foto: Nuno Ferreira, Jornal do Centro
Em declarações à agência LUSA, Francisco Almeida, que integra a comissão de luta contra as portagens na A23 (Guarda – Torres Novas), A24 (Chaves - Viseu) e A25 (Aveiro – Vila Formoso),o objectivo deste novo protesto é «convencer o Governo de que é um erro tremendo porque atinge populações que já lutam contra a interioridade mas também porque é um golpe na economia destas regiões e do país».
A comissão pretende «conseguir hoje uma grande afirmação de luta contra a barbaridade que é a introdução de portagens nestas vias rodoviárias», sinalizou Francisco Almeida.
Nas últimas semanas a comissão de luta contra as portagens nas três actuais SCUT realizou diversas iniciativas, nomeadamente a recolha de assinaturas para serem enviadas ao primeiro ministro e ainda uma viagem entre Viseu e Aveiro pela Estrada Nacional (EN) 16, com um camião pesado e um autocarro, para demonstrar que este itinerário «não pode ser visto como uma alternativa viável».
Esta viagem entre Viseu e Aveiro foi realizada em três horas e meia, quando pela auto-estrada o mesmo percurso pode ser feito em menos de uma hora, devido às centenas de curvas apertadas existentes e pontes estreitas. Além disso, a EN16 é hoje uma via que é, nas localidades que atravessa, a sua principal rua, como é exemplo São Pedro do Sul.
Foto: Nuno Ferreira, Jornal do Centro
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